05 outubro 2012

SERÁ AGORA ?

Em 2011
da imprensa
 
O Bureau Veritas vai classificar dois navios asfalteiros a serem construídos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC). Estes navios serão os maiores do mundo, no que diz respeito ao transporte de asfalto.

As suas características principais, 188 metros de comprimento, 27000 toneladas de porte bruto e calado de 9,5 metros diferenciam estes dois navios asfalteiros, cuja construção terá início em Outubro deste ano nos ENVC. Este projecto pioneiro encontra-se em fase de aprovação e após a sua conclusão, prevista para 2014, estes navios tornar-se-ão os maiores do mundo, ultrapassando a barreira das 8000 toneladas de porte bruto dos navios de transporte de asfalto actualmente existentes.


Navio asfalteiro

O contrato celebrado entre o Bureau Veritas e os ENVC prevê, por parte do Bureau Veritas, a classificação e certificação estatuária dos navios e, por inerência, a certificação dos materiais e equipamentos empregues. Para a adjudicação deste contrato foi determinante a qualidade e experiência do Bureau Veritas, e o facto de este dominar o mercado no que diz respeito às novas construções”, acrescenta Miguel Morgado, Chefe do Departamento de Novas Construções. Ainda antes de ser assinado o contrato, o Bureau Veritas prontificou-se a prestar todo o apoio técnico necessário, dando a conhecer aos ENVC as suas ferramentas e métodos de trabalho.

Este contrato surge no decorrer de um acordo celebrado pelo Governo Venezuelano, para a construção de dois navios asfalteiros para a PDVSA Naval, num contrato da ordem dos 130 milhões de euros. A construção dos dois navios assegura 45 meses de trabalho aos ENVC, sendo que o primeiro navio será entregue à PDVSA Naval daqui a 36 meses e o segundo daqui a 45 meses. O contrato celebrado entre o Bureau Veritas e os ENVC representa uma facturação de 1,5 milhões de euros, terminando em 2014.

Quando as dimensões e complexidade de um navio representam um desafio significativo, apenas sociedades classificadoras como o Bureau Veritas possuem a competência técnica e a experiência necessárias para proceder à sua aprovação e inspecção, independentemente do seu local de construção, recorrendo a uma rede internacional de escritórios extensa e reconhecida.
 
 De hoje, Outubro 2012

Estaleiros de Viana vão trabalhar em pleno até 2014



Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vão trabalhar em pleno até 2014 em resultado do novo acordo para a construção de dois asfalteiros para a Venezuela e pela conclusão de um patrulha para a Marinha.
A informação foi avançada hoje à agência Lusa pela administração dos ENVC e resulta das adendas ao contrato de 2010, no valor de 128 milhões de euros, rubricado com a empresa de petróleos da Venezuela (PDVSA).
Este acordo permitiu retirar os estaleiros da situação de incumprimento contratual em que se encontravam há vários meses - que colocavam a PDVSA em condições de denunciar o acordo -, possibilitando o início da construção.
«Com esta carteira, os ENVC empregam o pleno do seu actual quadro de pessoal, o que é motivo de grande satisfação para a administração», acrescentou a fonte.
A empresa já recebeu da Venezuela, até Junho de 2011, cerca de 10 por cento do valor do negócio, correspondente a 12,89 milhões de euros, verba utilizada noutras obrigações "que não as do contrato".
O novo acordo com a Venezuela, sublinha a administração dos estaleiros, representa ainda um «dado decisivo para o futuro e para o processo de reprivatização da empresa» por «acrescentar um volume significativo à carteira de encomendas em curso» e de «diversas reparações já contratadas».
Além da construção destes dois navios asfalteiros, cuja entrega, precisou a administração, está prevista para Março e Novembro de2014, acarteira de encomendas contempla também a retoma da conclusão do navio-patrulha NRP Figueira da Foz e os acertos finais no primeiro destes navios para a Marinha, o NRP Viana do Castelo.
Com o aditamento ao acordo com a Venezuela agora assegurado, o negócio permanece na carteira de encomendas dos ENVC, estando o retomar da construção dependente da aquisição de material, sujeita às regras da contratação pública que vinculam a empresa, e também do processo de reprivatização em curso.
Esta é já a segunda revisão ao contrato, depois das alterações dos prazos de entrega negociadas no início deste ano, pelo que o processo já leva mais de um ano de atraso face ao primeiro acordo, celebrado em 2010.
Em causa estão dois navios com 188 metros de comprimento para transporte de asfalto.
Diário Digital com Lusa

Agora meu: Estamos LIXADOS!!!!!

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