sábado, outubro 6

Dª LUISA TRINDADE, A PORTUGUESA

 

O desencanto é como a absorção, mas ao contrário. É desengano, atirado de chofre à cara. Ficamos aturdidos, sem reacção é à espera de algum santo milagreiro ou poção mágica que nos restitua o ar.E o orgulho.

Orgulho que vamos procurar na rua, entre iguais, também desenganados deste mundo de faz de conta. Faz de conta que temos e faz de conta que não precisamos.

Temos o melhor povo do mundo, dizem-nos. Não nos explicam é que é pelas piores razões que temos o melhor povo do mundo.

Se eu ganhar, vamos ter mais feriados. Lógica Socrática, que dar o que não é nosso, não é fazer de conta. É destruir de facto.

Erro colossal, também se apregoa da última governação , como se não houvesse passado.

Pois o melhor povo do mundo, com quem eu orgulhosamente me misturo, prepara-se, e já não espera por um D. Sebastião nevoeirento, falho de pontualidade. Prepara-se.

A D. Luísa Trindade foi a voz dos Portugueses, ao gritar que não é a bandeira que está ao contrario. São eles, que estão de pernas para ar, à espera que os portugueses os endireitem.

Também de quem já queimou, pisou, e fez milhentas tropelias à bandeira, virá-la de cangalhas até que foi bom…..

Desenganem-se os Costas, Cavacos, Soares, Sampaios , Guterres e companhia limitada. Não vão voltar a falar por nós. Não vão poder prometer o que lhes não pertence, oferecer a alguns o que é de todos. 

 


E quando pensarem que já viram de tudo, então desencantem-se e desenganem-se. Nós estamos a chegar.

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