29 abril 2011

PENICHE


 Vista do meu quarto, aqui em Peniche.


Vive da pesca, do turismo, da agricultura. Tem igualmente alguma industria nas redondezas.
Cheira a farinha de peixe, as gaivotas são umas chatas do caraças, e enfim, a comida é boa. Temos de a encontrar......

25 abril 2011

DOURO SPIRIT



Foi assim que o encontrei.more or less.

Ganhou forma e tornou-se um navio. Um belo navio.
Fará os sonhos de muitos, com toda a certeza. Esta ficção é só isso.Antevisão.  O navio é o Douro Spirit, e a Uniworld é a operadora dos USA, que comprou o navio (ocupação, entenda-se) até 2015. Boa||||



Aqui numa fase de construção, já a "boiar".


Por alturas dos testes de ESTABILIDADE.



E  finalmente, a cereja no cake, ou um dos camarotes ( quartos ?) vistos do meu lugar na cama.Tem tudo o que se pode imaginar, mais o inimaginável num navio. Serão 7 dias e sete noites de sonho, aposto. E naquele Rio Douro, fantástico, com correntes de 15 Kms hora, ou mais....... Corações de aço, aqueles mestres, E se calhar outras coisas de aço. Que não digo, por decoro; Mas se insistirem......

24 abril 2011

RIO DOURO AO TELEFONE

Conhecendo eu ( nós) a vocação lusa para capar rios e quejandos, registo com agrado o Rio Douro e as sua navegabilidade.


Crestuma-Lever ,Carrapatelo ,Régua ,Valeira e Pocinho  são as eclusas que vencem os largos 125  metros de diferença, de cá de baixo até lá arriba, a Barca de Alva,já com cheiro a Espanha.




O Carrapatelo, construído nos idos anos de 1970 e 71, vence um desnivel de 35 metros, sendo por isso , dita das grandes.
Crestuma Lever, a ultima a ser construída, vence 13, 9 metritos, coisa de somenos portanto. Mas que fez toda a diferença.
Aliás, podemos dizer que o Rio de Ouro, ou  Rio Duro, começou a  "suportar" navegação em 1791, com a eliminação do CACHÃO DA VALEIRA,  permitindo assim aos RABELOS o transporte do tão necessario vinho.Só em 1986, com a inauguração da eclusa de Crestuma Lever, ficou o projecto de navegação concluído (?).

As imagens são do telefone ( lamentável), mas em trabalho nem sempre há lugar para a máquina fotografica.


Da imagem,ressalta o espaço livre entre as pontes e os navios, nalguns casos, cerca de 90 centimetros . Muito bem medidos sempre.
Aqui a passar por  sob uma das pontes.

A vida de marinheiro,  também tem as suas surpresas.

Uma das eclusas.
Desta passagem, recordo o cinzento omnipresente, e a grandiosidade das obras, se as situarem em 1971.
Bordo do Douro Spirit, Abril de 2011

15 abril 2011

JÁ ESTÁ

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários baixíssimos, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é aplicado imediatamente. Segundo, porque o público - a massa - tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá vir a ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.


Avram Noam Chomsky

14 abril 2011

E QUANDO PENSAMOS QUE JÁ VIMOS TUDO


E quando se tira o olho do umbigo, para almejar mais além, eis que temos destas  surpresas.
Cada cavadela  cada minhoca, diria eu.
Atente-se, e quero desde já SALIENTAR que acredito que o Belmiro seja um bom rapaz. One of a kind! Já o mesmo não sei se o poderia  dizer  de S.EXA.





E PRONTES

Devemos estar todos impados de orgulho! Mandámos o país para o caraças.
Estamos à mercê das carteiras  alheias , ou melhor, das carteiras alheias dos vizinhos recheados.
Tristes que somos.Todos nós conhecemos uma mão cheia de imbecis, que alardeavam aos quatro ventos a nossa opulencia e   fineza de politicas . A iliteracia é um fenomeno recente, ao contrario da pura ignorãncia,  que vem de mais longe.  Nunca foram tratadas, antes regadas, a fazer florir o pior do pior que temos. Fodam-se! Vejam o esgoto em que estamos atolados até ao nariz....
     Os alemães, acautelados pedem que não se empreste dinheiro ao burgo, para evitar males maiores.
Os Suecos, Finlandeses, Dinamarqueses e até os Noruegueses, julgam que não somos pessoas de bem. Lá terão as suas razões.Se calhar, sabem mais do que nós. Eternos cornudos.
É claro que nestas coisas há sempre um "mas....", um "se", um "talvez"..... E neste caso é claro; É claro que não se perguntou aos Portugueses, mas houvera  disso caso, e nós responderíamos , novamente impados : EMPRESTE-SE, claro!Talvez.
É , para nós, também claro que os Suecos serão todos uns Ericsons da porra, ou mesmo uns Volvos da merda .Já Os Finlandeses são de certeza uns Nokias do caraças,  ao lado dos Dinamarqueses, Olufsens assumidos. Ora com gente destas, não há cú que aguente.
Claro que o que eles querem é ser os melhores , como nós,  crème de la crème civilizacional, os Desadjectivados, mas lixam-se que têm de trabalhar para conseguir uma infima parte do nosso património.


     " .....O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.


A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o povo de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área das ciências, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à quinta como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".
...."de Avram Noam Chomsky, professor do MIT.