segunda-feira, maio 14

A PESCA E O TEMPO

A navegar .
Utiliza redes de emalhar, que tal como o arrasto, deveria ser abolido , concertado com o resto do mundo.
 
 
Pois é assim, com bom tempo.
 
 
Combate desigual


quinta-feira, setembro 7

TRÁFEGO


É como os vejo.  A caminho de e para a DOCAPESCA. Que por acaso aqui é num cais, para navios. A de Lisboa ( Docapesca) não por acaso, não é num cais, mas tem muitos cais, para os camiões descarregarem.
Complicado, não é ?
Desde D. Dinis  - o  outro, que não este -  que estamos com marinhas e barcos e coisinhas assim. Aí importavam-se Pessanhas.....


QUAND VIEN LA FIN DE L'ÉTE....


segunda-feira, abril 24

WHAT A MESS

Já toureámos em piores praças.....


SEA CLOUD



Unico. Deixou de ser o, a seu tempo, o maior Iate privado.
Do site
"---
Today's SEA CLOUD was built in 1931 at the Krupp family shipyard in Kiel according to plans of the renowned American contractors Gibbs & Cox.
The HUSSAR at sea

After her launch in the last week of April, the largest private sailing yacht of that day was christened the HUSSAR. As the largest sailing yacht ever built, the four-masted barque was commissioned by one of Wall Street's wealthiest businessmen, E. F. Hutton. His wife, Marjorie Merriweather Post, heiress to a huge fortune and herself a successful businesswoman, designed the luxury yacht, with its then black hull, completely according to her liking. She dedicated at least two years almost exclusively to this task.
...."

sábado, abril 22

A BELA E O OUTRO


É de facto o que apetece dizer. Dois conceitos. mais de cem anos separam-nos. Um chegou a ser o maior iate privado do mundo. O outro continua a ser uma obra impressionante de pujança.  Pelos números que nos comunica.  Sei do SEA CLOUD.



LISBOA DO RIO - NOITES DE ABRIL


É um privilégio,  poder observar  Lisboa, na quietude da noite. Noite de Abril, fotografias, mil....




quinta-feira, abril 13

SAGRES




Não há muito tempo, ia eu no meu sossego por aí abaixo, quando deparo com esta maravilha.








A SAGRES, a colher pano, com certeza para depois entrar em Lisboa. Isto passa-se pois, nas redondezas do Cabo Espichel, umas 3 mn por fora.



 
Raridade, que aqui partilho





quarta-feira, abril 12

O OLHO




Ainda estou indeciso, quanto ao aspecto. Mas parece-me um olho de sapo a querer abrir......
Ou a fechar.....




EARLY BIRD





No Verão os dias ficam maiores
No Verão as roupas ficam menores
No Verão o calor bate recordes
E os corpos libertam seus suores


Eu gosto é do Verão


 


segunda-feira, abril 10

EBORENSE


Do tempo em que se fazia o que se sabia. Mas sabia-se o que se fazia. Este naviozinho, ainda é exemplo disso.

Construído em 1953, nos Estaleiros Navais de Viana.
Com instalações sanitárias, o que para a época, deveria ser o máximo em conforto. Imagino quantos passageiros terá transportado, só pelo luxo de um xixi no meio do Tejo.  






ACORDAR


Lisboa acorda com o Sol do lado dos outros. Provavelmente para o verem melhor. Os sortudos , como eu.

quinta-feira, novembro 10

OOSTERSCHELDE





Construído em 1918 e posteriormente renovado de 1988 a 1992, com os seus 40 metros de casco e 50 de fora a fora,  a deixar 10 metros de gurupés, ou pau da bujarrona, para dar cabo da cabeça aos tripulantes.


 Na linha do que por cá temos.


quinta-feira, setembro 22

MAN OF WAR BAY and MONKEY POINT





Ponta dos Macacos vista de dentro.  Guarda a Man of  War  Bay, base Naval hoje, local do Maregrafo da area..

Cerca dos anos de 1800, poucos navios se aventuravam a vir para esta area, especialmente os do trafego de escravos. Sabemos, que os navios portugueses eram utilizados para esse efeito, por força de um tratado que nos permitia transportar escravos entre as colonias, e só. Escravos existentes, portanto.  Serão talvez os primórdios das bandeiras de conveniência, pois eram usados muito por ingleses, por exemplo.

Bom, mas também Franceses e Americanos  e Ingleses cá vinham molhar a sopa, `a conta da pesca da Baleia. E levavam escravos, na falta das ditas, daqui e do Rio del Rei, que é toda a zona do Calabar, terrível  para a navegação, ótima portanto para os ilícitos. Eram o chamado " Black Ivory", nome pelo qual os Capitães dos negreiros tratavam os pobres dos escravos.






Consta, se bem entendi, que um navio português costumava entrar no rio Bimbia, onde desmastravam os mastaréus para se ocultarem na vegetação. Subiam e desciam nas mares de lua, onde arregimentavam os escravos  a troco de:

1 escravo saudável e novo: 13 ou 14 barras de cobre, de cerca de 10 Kgs. Era a moeda tradicional no Rio del Rey e aqui . Claro que facas, tecidos , genebras ( o gin actual) e os brandy também deveriam contar.

Que melhor sitio para montar a guarda que na baía adjacente?? Aliás, toda esta zona é uma enorme baia, cheia de escolhos e ilhotas, como as ilhas dos piratas, que deveriam dar belos esconderijos.

Sabe-se hoje que esta área era visita também dos piratas das Caraíbas, Capt. Jack Sparrow incluído, quando as coisas aqueciam demasiado para o lados das ilhas do Novo Mundo. Chegaram aliás, a ser convidados do Governador de S. Tomé, que os agraciou com umas jantaradas, até se aperceber que tinha o diabo em casa. Coisas dos brandies de então.....