21 março 2011

PRIMAVERA NO DOURO


A ÚNICA VIA FLUVIAL navegavel numa extensão razoável, que Portugal possue, é o rio Douro.
Portugal, depende, como sempre dependeu do turismo.
O turismo, para espanto de alguns politicos, não é só o Algarve; Embora também.
Quis-se este Portugal moderno, de serviços.
Os serviços ainda não tiveram tempo,  oportunidade ou dinheiro, de transcrever para o direito Nacional, a legislação comunitária existente. A directiva vai servindo.
Há um serviço, só um, que bastava para isto tudo funcionar.
Imaginam qual é???


Do IPTM ( Douro) "....Para a generalidade das embarcações turísticas de grande porte a via navegável do Douro está aberta em toda a sua extensão de 210 Km, entre a Foz, no Porto, e Barca d'Alva. Presentemente, operam no Douro cerca de 52 barcos turísticos com capacidades entre 20 e 350 passageiros, que disponibilizam uma vasta oferta de cruzeiros turísticos. Desde os simples cruzeiros de curta duração das Seis Pontes de Porto e Gaia ou do Porto Património Mundial, até ao cruzeiro semanal em barco-hotel, passando pelos cruzeiros Porto-Régua, Porto-Pinhão, Porto-Barca d'Alva e pelos cruzeiros temáticos: Vindimas, Castelos, Amendoeiras em Flor, Quintas, etc., estão ao dispor do turista inúmeras formas de desfrutar as paisagens únicas do Douro e conhecer as tradições, cultura e gastronomia da região.



Do Jornal O Publico de 16 de Março:
"..A navegação no Douro está comprometida porque não temos autorização do IPTM/Douro para navegar. A desculpa dada é a de que não têm ainda aprovação das verbas necessárias para recolocar as bóias de navegação e sinalização necessárias no canal”, e que se movimentaram durante o inverno, afirmou.
O responsável acrescentou ter recebido “uma carta” a informar a empresa que terá de “cancelar as viagens de sábado” de abertura de época
“É um desalento enorme porque temos feito um esforço enorme para que a época se inicie mais cedo e este ano os caudais já estão estabilizados e as barragens (Crestuma-Lever e Carrapatelo) aptas e operacionais desde 13 de Março”, salientou.
Mário Ferreira garante que “não há nenhum obstáculo que impeça a navegação do rio” a não ser a falta das bóias.
Se temos um organismo responsável pela navegabilidade do Douro que está desprovido de técnicos e competências, mais vale usar o edifício pelas suas vistas”, ironizou, lamentando que “para mudar umas bóias seja necessário ordens de Lisboa”.
Apelou por fim ao IPTM/Douro “que acelere o mais rapidamente possível” o processo a fim de permitir que a centena de passageiros já confirmados para o cruzeiro de sábado até à Régua, com partida marcada para as 09:00, possa realizar a viagem já paga.
“Ficámos incrédulos e fomos apanhados de surpresa”, destacou Mário Ferreira, temendo que esteja posto em causa o início das operações de 2011 e os consequentes prejuízos financeiros e de imagem.

20 março 2011

O PERIGEU DA LUA

Ou da sua orbitra, que será mais correcto; É o ponto da orbitra mais proximo da Terra, que é quem manda;356.000 Kms... Ligeiramente mais do que o contador do meu Volvo anuncia.
Por oposição ao apogeu, a Lua aqui mostra-se entre 12 a 14% maior; Como  coincide com a Lua cheia, está armado o baile....
Os mais facilmente influenciáveis, acreditam que nestas ocasiões, ( perigeu + lua cheia) há lugar a desastres naturais terriveis : Assim, ligam a este facto fortes tempestades nos USA (1938, costa Este, New England, 1974 ciclone Tracy e o famosissimo Katrina e  ainda Bali em 2005). Japão já se sabe, Terramoto e Tsunami.


Bom, não esquecer que esta porra acontece UMA VEZ POR MÊS. É de LUA....



                               
                                                                    

CAMÕES REINVENTADO E REESCRITO

As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se de quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!

II

E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas.
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!

Por acaso é uma NAU, mas perdoa-se

DAS ESTRELAS

Não foi fácil, esta minha ultima viagem inter galactica; O  Luke Skywalker baldou-se como sempre.... Ao que parece  ficou retido,após uns pasteis de Belém do seculo passado terem feito o seu trabalho intestinal, obrigando-me a conduzir o tempo todo. Felizmente fiquei-me pelas queijadas do Preto de Sintra,  conseguindo assim vir a tempo do Fim de Semana. E não ver  o Sporting .Outra vez.
Esta Imagem foi tirada poucos segundos antes da entrada na atmposfera da Terra, e como estava a maré baixa, o azul era menos intenso. Agora com as obras de Alcantara-merda, perdão Alcantara Terra, este acastanhado é de lei, para quem vem de fora. O cheiro só se nota lá mais para a frente; felizmente, diz o R2-D2, com a sua nova bateria made in Aveiro....

17 março 2011

O VAIDOSO


Com o seu fatinho novo, a pavonear-se, no caso a patar-se perante a incredulidade dos seus.


Dos navios aos patos, até aos " damasqueiros",( será Alperceiros???) ou o caminho das estrelas

12 março 2011

PO CÁ TODOS BEM


Parlamento Galinácio

Passos Perdidos

E achados

E foram-se

NA DOCA E À BICA

Vida de estaleiro.
Navio da Douro Azul  lava-se e arruma-se por baixo. O Alto Douro, a abonitar-se para a saison que aí vem.

OS DO DOURO ESTÃO NO VOUGA.


Ou no Bouga, como por cá se diz.


Há mais de vinte anos, este navio foi levado para a sucata, em Alhos Vedros.
Da Sucata para a fama, foi um instante.
Lindissimo  e altivo.
Chamava-se  CASTELO, e atravessava o TEJO. Fez parte de uma fornada cinco navios de passageiros comprados em 1977 pela Transtejo em Hamburgo à companhia HADAG. Hoje é o VISTADOURO, da frota da Douro Azul.
Perfeitamente visivel, o buraco da ventoinha, nesta bela traseira

AS NOSSAS COSTAS


Visto ao longe, o HACININ AHMET, com bandeira TURCA. Pois, parece que TODOS têm uma marinha mercante.  Basicamente , é ter uns barcos e uns gajos para os tripular. Não sei onde está a dificuldade.


A falta de água para a tal marinha, não veste esse fato, como aqui se mostra. Esta amostra é do mar ao largo do Carvoeiro.