24 abril 2008

PORTO DA HORTA 1911

Fotografia doa arquivos da FOTO JOVIAL, Horta, publicada no livro " les dernières chasses au cachalot", de Michel Barré. O PEDRO VARELA , de casco branco e em primeiro plano, o CAMEO, de bandeira americana.

22 abril 2008

AN YUE JIANG

Navio da Republica Popular da China. Transporta 77 toneladas de armamento variado para o Zimbawe, de R. Mugabe. Tentou atracar e descarregar em Moçambique, sem sucesso, o mesmo tratamento que os Angolanos já tinham dado. Deve voltar para trás. Pensa-se que este armamento estaria relacionado com a a tentativa de eliminação de uma praga de mosquitos, persistente, que surjiu apóa as ultimas eleições, de que não há resultados, ainda.
Numero Identigicação IMO: 8414946
Indicativo de chamada : BOAS ( só pode....)
DWT : 14.913 tons
Carga Geral de 1986

16 abril 2008

ARTE DA PACIÊNCIA

Quando me falavam da licença de isqueiro, os berros que se davam, só para a " catalogar". Acredito piamente que a licença para pescar, como estes pescadores fazem, seja algo completamente diferente.

À COMPITA

É sempre um prazer ver os mais " piquenos" nos alguidares mais famosos do mundo.

14 abril 2008

OS MARINHEIROS

Um anónimo, figura que pouco ou nada aprecio, classifica o navegar nestas barcoletas, de brincar.
Claro que ficamos a saber que navega pouco.
Porque os dias não são todos assim como este da fotografia.

13 abril 2008

POINTE DU CASTEL

Registado nos FRENCH ANTARCTIC TERRITORY, apesar de ostentar o nome do porto de registo Marselha à popa tourada. Bandeira de conveniencia, suponho, depois " alugado" .
Transporte de produtos quimicos, talvez construção Chinesa ou Coreana, em Junho de 1992; De 4 864 tons de deslocamento.
O seu indicativo de chamada é o FNDZ, e o numero IMO o 9007104.

SINTRA

Sabiam que uma das freguesias de sintra tem 100.000 almas??
Tem , de longe, o pior ordenamento do país.
Não fora isso, poderia rivalizar com Ilhavo, a Grande, às segundas feiras, talvez.... Esta coelhina, saído das páginas de um PLAYBOY esquecido no lixo, em amena sessão de ginastica matinal.

TERRY SIETE

Navio de Carga Geral, construído em Junho de 1984, arvora bandeira do Panamá, no rádio dá pelo nome de 3 EE C8, desloca 4 134 Tons.
Na IMO tem o numero 840 059 33
De entrada em Lisboa

11 abril 2008

JÀ PASSOU

O mau tempo, porque este friozinho vai cá estar até Terça Feira. Depois vamos ter uma subida ENOOOORRRRME na temperatura. Já não é sem tempo. Bom fim de semana

10 abril 2008

O ESTADO DO MAR II

Hoje de manhã, já dava para perceber a volta do vento. Do Sul, veio para o Norte, fazendo a volta normal, pelo OESTE querendo dizer que vai melhorar o tempo. Quando tirei estas fotografias, o vento ainda soprava de WNW, por aí. Daí o contraste entre as proas da barcoleta e dos navios.

CASA CHEIA

Para onde quer que se deite a lente, temos navios; À espera de melhor tempo. Deve estar zarro, lá fora.

ANCORADO

Largou a poita ou largou a amarra designam ambos o acto de fundear. Deram depois origem a outras interpretações, mas são parte do léxico maritimo que se tem perdido, ou talvez dispersado, mas que urge reconstituir. Na marinha mercante, e cada vez mais, se nota menos este falar. Ao contrario das pequenas embarcações, recreio, onde se exibe com orgulho, o conhecimento dos termos náuticos...
Já deverá ter deixado correr as duas quarteladas do descanso....

O ESTADO DO MAR

Um já se foi! Deu de frosques, desistiu . Provavelmente entrou na marina, bem mais aconchegadinha que este lindo recanto.
Este herói, ou não está, ou de facto é dos tesos.

09 abril 2008

DIA DE HOJE 9 DE ABRIL DE 2008

A manhã em CASCAIS estava assim
Ainda se trata de brisa cavaleira, se é que está alguém a bordo.....
Mas poderá deixar de o ser, a manter-se o SW tanto tempo. Há poucos locais abrigados a este vento e mar.

07 abril 2008

O DIA DE HOJE

Aqui está o dia até às 7 ( 1900LT). A frente terá passado pelas 1600. Se a subida for assim como foi a descida, teremos tempo equivalente. Chato e ventoso. Ma non troppo.

BRISA CAVALEIRA

Será que no GALP MARINE sabem o que é????

SEGUNDA FEIRA 7 DE ABRIL - CASCAIS

O vento refrescava, o que devia dar um soninho ( e uma fome!!!) dos diabos. O paquete da direita, esteve em Lisboa algum tempo, creio que com dois tripulantes. Já não é novo, o veleiro...
Devem estar à espera de uma quadra de bom tempo, ou de uma janela meteo, como agora se diz. (ipra!!!).

O RANCHO

RANCHO, que era o lugar onde se comia, se dormia mas também se jogava, se remendava alguma roupa ou algum estropo mais necessitado. Dos beliches, saía-se para a mesa. Com um simples passo, tal a pequenez do local.
No castelo da proa, onde se sentia bem o balanço e o caturrar...

05 abril 2008

DE REGRESSO

Mesmo com bom tempo, as condições de navegação eram penosas; Para todos.
Aqui o navio ainda mostra o triangulo no mastro de mezena, uma vez que a vela de mezena , maior, a "bruta" nos seus dizeres, tinha uma area de pano muitissimo maior, e devia dar muito trabalho a mudar.
O embarque de mares era constante, fazendo com que o simples caminhar no convés, se trnsformasse num autentico calvário.

UMA REFEIÇÂO

Momento da refeição, a bordo do ARGUS. Deverá estar atracado, pois não vejo a sacrossanta da grade colocada.

A PESCA DO BACALHAU EM DUAS IMAGENS

O pescador, na primeira fotografia, já com o seu bote bem ajeitadinho, vai alando mais uma vez, na esperança de pescar sempre mais e melhor. O pescadoranhava pelo pescado: Mais peixe, mais dinheiro.
Aqui já se garfa o peixe para bordo do navio, tarefa nada simples ,mas sempre executada com galhardia pelos homens.

ESCUNA CANADIANA

E como em tudo na vida, não há magias, ( só as nossas, claro!!) , esta escuna canadiana ombreava com os nossos lugres , em beleza e maneirices de pesca. Parente do BLUE NOSE. Aqui a navegar no porto de St John's, ou S. João da Terra Nova, que devia ser o seu nome.

ELIZABETH

A iniciar a viagem de retorno para Ilhavo, a Grande.
Navio sobrecarregado, vai aliviando com o esgotar da salmoura dos porões. Os Capitães não eram loucos, mas gostavam da adrenalina, à falta de melhor, na época....
Eram Homens à parte, os que viviam esta vida. Todo o nosso respeito ainda é pouco.